Deputados avaliam derrota nas urnas e projetam próximos passos na política de MS
- porRedação
- 06 de Outubro / 2026
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A primeira sessão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul após as eleições de 4 de outubro foi marcada não apenas pela comemoração dos parlamentares eleitos, mas também pela avaliação daqueles que ficaram fora da próxima legislatura.
Entre os deputados que disputaram a reeleição e não conseguiram garantir uma cadeira estão Antônio Vaz (Republicanos) e Lia Nogueira (PSDB). Já Jamilson Name (PP) recebeu votação suficiente para permanecer na disputa, mas sua situação ainda depende de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já que o registro de sua candidatura foi negado e os votos estão sob análise judicial.
Lia Nogueira terminou como segunda suplente, atrás de Silvio Pitu. Antônio Vaz ficou na primeira suplência do Republicanos.
Durante a sessão, Antônio Vaz avaliou que fatores como a chuva e a abstenção podem ter influenciado seu desempenho, especialmente entre eleitores idosos. O parlamentar também afirmou que ainda pode surgir uma oportunidade de atuação no governo, embora tenha destacado que, por ser pastor, ainda não sabe se permanecerá em Mato Grosso do Sul.
Ao comentar as mudanças dentro do Republicanos e a chegada de novos nomes, Vaz preferiu destacar o crescimento da legenda no cenário nacional e a presença de um deputado federal do partido no Estado.
Outro parlamentar que não alcançou o resultado esperado foi João Henrique Catan (Novo), que deixou a disputa pela reeleição na Assembleia para concorrer ao Governo de Mato Grosso do Sul. Ele terminou a eleição na terceira colocação.
Catan afirmou que ainda não fez uma avaliação definitiva sobre o resultado e reconheceu que a disputa pelo governo poderia ter tido outro desfecho caso tivesse optado novamente pela Assembleia.
Mesmo assim, destacou que pretende manter sua atuação política e apontou como principal objetivo, neste momento, contribuir para a eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Ao analisar sua trajetória eleitoral, Catan lembrou que recebeu 2.629 votos quando foi eleito vereador e, na disputa deste ano, chegou à marca de aproximadamente 100 mil votos. Para ele, o resultado demonstra que existe um grupo de eleitores que se identifica com sua forma de fazer política e com os valores que defende.
A nova composição da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul começará a partir de 2027, enquanto os parlamentares que não foram reeleitos encerram o atual mandato no fim desta legislatura.






