“A Difícil Arte de Iluminar os Descaminhos”

| Créditos: Foto: Gerson Walber/ OAB/MS/Arquivo


Dizem que o Direito, em sua essência mais pura, deveria ser uma linha reta e cristalina. Mas quem caminha pelos corredores das grandes instituições sabe bem que, por vezes, a Justiça se vê enredada em um verdadeiro emaranhado de conveniências, onde manobras e “cambalhaços” parecem ameaçar a serenidade da lei na Suprema Corte. É justamente no olho desse furacão institucional que surge a necessidade de vozes firmes, equilibradas e de irretocável retidão.

A notícia recente trazida pelo portal Conteúdo MS — OAB-MS indica Mansour Karmouche para comissão nacional que discutirá mudanças no Judiciário — não é apenas mais um registro nos diários oficiais. É a afirmação de que Mato Grosso do Sul tem muito a contribuir no redesenho e na busca pelo aprimoramento da nossa Justiça.

Meu caro amigo Mansour Elias Karmouche, ver o seu nome alçado a essa importante comissão nacional pela OAB-MS renova as nossas esperanças. Sua indicação traz consigo o sopro de uma Justiça mais límpida, ética e compromissada com os anseios do cidadão de bem.

Transitar pelo coração da Justiça brasileira, em tempos de incertezas e ventos agitados, exige mais do que vasto conhecimento técnico e bagagem institucional; exige discernimento, coragem e uma bússola moral inabalável. Sabemos da arduidez da tarefa que se apresenta à sua frente, mas também conhecemos a temperança e a firmeza da sua trajetória.

Fica aqui a nossa torcida e a certeza de que Mato Grosso do Sul estará admiravelmente representado nessa relevante missão de pensar o futuro do nosso Poder Judiciário. Que o discernimento e a sabedoria continuem a guiar seus passos nesse nobre desafio!

Boa sorte, Mansour! Que essa missão possa ajudar a trazer um pouco mais de esperança para quem ainda acredita em uma Justiça mais limpa, equilibrada e próxima do cidadão.

E, como amiga, deixo apenas um conselho: respira fundo, coloca a serenidade na mala e vai! Porque a missão é grande, mas você também é. ❤️

Por Alcina Reis

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