Troca na gestão do transporte coletivo da Capital avança e depende de aprovações oficiais

| Créditos: Foto: Reprodução/Midiamax


A transição na operação do transporte público em Campo Grande entrou em uma nova fase após o anúncio de venda da concessionária responsável pelo serviço. A mudança de controle societário prevê a entrada de um novo grupo empresarial no setor, mas o processo ainda depende de autorizações regulatórias e municipais para ser formalizado.

A negociação ocorre em paralelo à intervenção promovida pelo poder público municipal na concessão do sistema de ônibus. Para que a nova gestão assuma de forma definitiva, o negócio precisa passar por análise de órgãos de defesa da concorrência e receber o aval da administração pública.

O que muda e exigências para a transição

Com a transferência das operações, o novo grupo investidor assumirá a responsabilidade sobre o contrato vigente, o que inclui compromissos operacionais, dívidas e eventuais sanções acumuladas pela gestão anterior.

Entre os principais requisitos exigidos para a validação da mudança estão:

Plano de investimentos: Apresentação de um cronograma para a modernização e renovação da frota em circulação.

Melhoria no atendimento: Ampliação da oferta de veículos, inclusão de sistema de climatização e redução de atrasos nas linhas.

Infraestrutura: Reformas e manutenção nos terminais de transbordo da cidade.

Aval dos órgãos competentes: Aprovação prévia das instâncias reguladoras e fiscalizadoras antes da assinatura final do termo de transferência.

A auditoria e o acompanhamento do sistema continuam em andamento durante todo o período de transição, com o objetivo de assegurar a continuidade e a qualidade na prestação dos serviços aos passageiros.

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