Preço do conjunto de alimentos essenciais sobe em Campo Grande e atinge R$ 841
- porRedação
- 11 de Junho / 2026
- Leitura: em 8 segundos

IPCA-15 avança 0,31% em janeiro, diz IBGE | Créditos: Reuters
O custo dos alimentos de primeira necessidade registou uma subida generalizada em todas as 27 capitais do país durante o mês de maio. Em Campo Grande, o conjunto de produtos básicos sofreu um acréscimo de 1,73%, fixando o valor médio em R$ 841,19. Com este resultado, a capital sul-mato-grossense posiciona-se como a oitava cidade com as despesas alimentares mais elevadas do território nacional.
A tendência de alta foi impulsionada de forma expressiva por itens hortifrutigranjeiros e leguminosas. Entre as principais variações, destacou-se o aumento no preço da batata, que disparou 46,71%, seguida pelo tomate, com um avanço de 21,37%, e pelo feijão, que encareceu 8,37%. Em contrapartida, produtos de consumo diário como a carne bovina, o café e a banana apresentaram uma redução nos seus valores médios, o que ajudou a atenuar parcialmente o impacto final no bolso dos consumidores.
No cenário nacional, o topo da lista de custos mais elevados continua a ser liderado pela cidade de São Paulo, onde o conjunto de alimentos básicos atinge a média de R$ 952,20, seguida de perto por Cuiabá, com um valor de R$ 925. No extremo oposto do balanço mensal, as capitais da região Nordeste foram as que registaram os maiores incrementos percentuais acumulados no período, sobressaindo Recife, com uma subida de 8,05%, e Florianópolis, que cresceu 7,81%.
O atual panorama económico reflete-se de forma direta no poder de compra da população local. Atualmente, para conseguir adquirir estes mantimentos essenciais, um trabalhador que receba o salário mínimo precisa de destinar cerca de 114 horas da sua jornada laboral mensal. Isto significa que a despesa com a alimentação básica já compromete 56,10% do rendimento líquido auferido por estes profissionais.






