Operação Ifrit: ‘Fantasma’ usava identidade de falecido para negociar cocaína com o Clã Haidar em MS

Passaporte falso | Créditos: Foto: Paulo Francis/Arquivo


Investigações conduzidas pelas autoridades policiais revelaram a atuação de um criminoso conhecido como "Fantasma", que utilizava os dados civis de uma pessoa falecida para encobrir suas operações ilícitas. O indivíduo mantinha tratativas diretas de comércio de entorpecentes com membros da organização criminosa familiar conhecida como Clã Haidar, esquema que movimentou somas milionárias na rota do narcotráfico internacional.

| Créditos: Foto: Paulo Francis/Arquivo

O uso de documentos de "pessoas fantasmas" fazia parte das estratégias de ocultação adotadas pela cúpula do esquema para dificultar o rastreamento por parte dos órgãos de segurança pública. Com forte atuação em rotas de fronteira, o grupo sob investigação mantinha conexões logísticas complexas para o escoamento de drogas, utilizando identidades falsas para burlar o sistema de fiscalização e viabilizar as transações ilícitas de entorpecentes em território sul-mato-grossense.

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