Mudança na estratégia eleitoral do PT em Mato Grosso do Sul pode impactar bancada federal em 2026

| Créditos: Reprodução/PSDB


O cenário político de Mato Grosso do Sul para as próximas eleições gerais projeta desafios para a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) na manutenção da sua representatividade na Câmara dos Deputados. A principal variável reside na decisão do deputado federal Vander Loubet de não disputar a reeleição para o cargo, optando por uma candidatura ao Senado Federal.

Loubet, que exerce o seu sexto mandato consecutivo e é historicamente um dos principais puxadores de votos da legenda no estado, deixará uma lacuna na chapa proporcional. Sem o seu capital político direto para a Câmara, o agrupamento partidário precisará de uma votação expressiva de outros nomes para atingir o quociente eleitoral necessário e garantir a eleição de mais de um parlamentar federal.

Atualmente, além de Loubet, o PT conta com Camila Jara na bancada federal sul-mato-grossense. Para o pleito de 2026, a estratégia do partido passa pela renovação de quadros e pelo fortalecimento de alianças regionais, visando manter o espaço conquistado em Brasília, embora as projeções internas indiquem um cenário de maior dificuldade para ampliar ou até manter o atual número de cadeiras sem a presença do veterano na disputa direta pela Câmara.

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