Massa de ar frio derruba temperaturas e causa sensação térmica de 4°C em Mato Grosso do Sul
- porRedação
- 13 de Julho / 2026
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| Créditos: Álvaro Rezende
O avanço de uma massa de ar frio sobre o estado de Mato Grosso do Sul provocou um declínio acentuado nas temperaturas nas primeiras horas desta segunda-feira (13). Na capital, Campo Grande, os termômetros marcaram a mínima de 11,8°C na madrugada, mas a intensidade dos ventos fez com que a sensação térmica recuasse para 4,1°C.
Os índices mais baixos foram registrados nos municípios localizados na porção sul do estado. O extremo ocorreu em Laguna Carapã, onde a temperatura mínima atingiu 5,9°C. Outras cidades da região também registraram marcas expressivas, como Iguatemi (6,2°C), Amambai (6,3°C), Aral Moreira (6,5°C) e Caarapó (6,6°C). No centro-sul e na região de fronteira, os termômetros computaram 7,4°C em Sete Quedas, 7,9°C em Dourados e Ponta Porã, 8°C em Fátima do Sul, 8,6°C em Nova Alvorada do Sul e 10,8°C em Porto Murtinho.
Apesar do início de dia com frio rigoroso, a previsão meteorológica indica um quadro de estabilidade climática predominante nas áreas centro-sul, sudoeste e sudeste ao longo do dia, embora não estejam descartadas pancadas de chuva isoladas em pontos específicos das demais regiões.
O período da tarde deve registrar elevação gradual, embora as máximas fiquem moderadas. Em Campo Grande, a temperatura não deve ultrapassar os 23°C. Para o interior, a estimativa é de que Dourados chegue a 24°C, enquanto Ponta Porã e Iguatemi atinjam 22°C. Já em Porto Murtinho, Anaurilândia e Três Lagoas, as máximas estimadas são de 25°C, seguidas por Aquidauana, Camapuã e Paranaíba com 26°C. Os índices mais elevados do estado devem se concentrar em Corumbá e Coxim, com marcas de até 27°C.
O monitoramento do clima projeta que a madrugada e a manhã de terça-feira ainda mantenham características de frio, especialmente nas faixas sul e centro-sul. Contudo, a tendência para o decorrer da semana é de aquecimento progressivo, com tardes sucessivamente mais quentes após o ápice do declínio térmico atual.






