Juiz mantém monitoramento eletrônico e restrições impostas a advogado investigado

| Créditos: Reprodução/Gaeco


A Justiça negou o pedido apresentado por um advogado conhecido nacionalmente para revogar medidas cautelares que haviam sido determinadas no curso de uma investigação. Com a decisão, permanecem em vigor tanto o uso de tornozeleira eletrônica quanto a proibição de manter vínculo ou atuar junto a uma construtora citada no processo.

Ao analisar o recurso da defesa, o magistrado entendeu que não houve alteração nos elementos que justificaram a adoção das medidas anteriormente. Segundo a decisão, as restrições continuam sendo consideradas adequadas para garantir o andamento das investigações e evitar possíveis interferências na apuração dos fatos.

A defesa argumentou que o investigado tem colaborado com as determinações judiciais e sustentou que as medidas seriam desnecessárias neste momento. No entanto, o juiz concluiu que os fundamentos que embasaram a imposição das cautelares permanecem válidos, afastando o pedido de flexibilização.

Dessa forma, o advogado seguirá sendo monitorado por equipamento eletrônico e continuará impedido de manter relações profissionais ou comerciais com a empresa mencionada no processo, até nova deliberação da Justiça.

A investigação segue em andamento, e o mérito das acusações ainda será analisado pelas instâncias competentes.

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