Investigação sobre morte de assessor em atropelamento inclui desaparecimento de objetos pessoais

| Créditos: Reprodução/Redes Sociais


A morte do assessor parlamentar Luiz Torchetti Neto, de 35 anos, em um atropelamento na Avenida Ernesto Geisel, em Campo Grande, está sendo investigada também como vilipêndio a cadáver. A nova linha de investigação foi aberta após a família da vítima registrar o desaparecimento de objetos pessoais no local do acidente.

O atropelamento ocorreu na madrugada de domingo (3), enquanto Torchetti Neto e um amigo atravessavam a via. O amigo ficou gravemente ferido e foi levado para a Santa Casa.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai da vítima chegou ao local cerca de 30 minutos após o acidente e notou que os tênis, o relógio e o celular do filho não estavam com ele. Segundo o registro, após a perícia, a família recebeu apenas as chaves e um escapulário. O pai relatou ainda ter tentado encontrar os pertences na área, mas não teve sucesso.

O motorista do veículo permaneceu no local e o teste do bafômetro deu negativo. Luiz Torchetti Neto atuava em pautas de juventude, participava de conselhos e projetos sociais, e era assessor parlamentar na Assembleia Legislativa. Sua morte causou comoção entre ativistas e lideranças políticas.

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