Em Davos, Trump exalta tarifas, cortes de gastos e avanços no setor de energia dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aproveitou discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, nesta quarta-feira (21), para enaltecer ações e resultados de sua administração. Em tom confiante, o republicano defendeu a política de tarifas comerciais adotada pelo governo e afirmou que a medida teve como objetivo fazer outros países “pagarem prejuízos” causados à economia norte-americana.

Segundo Trump, a imposição de tarifas contribuiu para a redução do déficit comercial dos Estados Unidos, que ele classificou como um dos maiores do mundo. “Com tarifas, reduzimos o déficit comercial americano sem causar inflação”, afirmou, destacando que o déficit mensal teria caído 77% durante sua gestão.

No discurso, o presidente também citou parceiros estratégicos dos Estados Unidos, como países europeus, Japão e Coreia do Sul, ressaltando a importância dessas relações no cenário internacional.

Ao fazer um balanço de seu segundo mandato, que completou um ano na terça-feira, Trump destacou a demissão de funcionários do governo federal, os cortes de gastos públicos e a retomada de investimentos industriais, com a abertura de novas fábricas de aço no país.

O setor de energia recebeu atenção especial na fala do presidente. Trump afirmou que a produção de gás natural liquefeito (GNL) atingiu níveis recordes, enquanto a produção de petróleo dos Estados Unidos aumentou em cerca de 730 mil barris por dia. Ele também defendeu a expansão da energia nuclear, classificando-a como segura e acessível. “Podemos ter energia nuclear a bons preços e de forma segura”, disse.

Encerrando sua participação, Trump afirmou que o desempenho econômico dos Estados Unidos impacta positivamente o restante do mundo. “Quando os EUA vão bem, os outros países acompanham”, declarou, ao reforçar a visão de liderança americana no cenário global.

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