Disputa pelo Senado em MS deve ter menos candidatos após alianças e desistências
- porRedação
- 20 de Setembro / 2025
- Leitura: em 8 segundos

| Créditos: Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
A eleição para as duas vagas no Senado em Mato Grosso do Sul promete ser acirrada em 2026, mas com um número menor de candidatos do que o inicialmente previsto. Em junho, 12 nomes estavam colocados como pré-candidatos, porém algumas desistências e articulações políticas reduziram a lista.
O ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB) já é confirmado pelo bloco governista e terá influência na escolha do segundo nome do grupo, o que pode inviabilizar candidaturas de Gianni Nogueira (PL), Marcos Pollon (PL) e Gerson Claro (PP).
Entre os que têm autonomia para se lançar estão Nelsinho Trad (PSD), Soraya Thronicke (Podemos), Capitão Contar (PRTB) e Delcídio do Amaral (PRD). No MDB, Simone Tebet é prioridade nacional, mas caso concorra em São Paulo pode abrir espaço para Carlos Marun.
O deputado Vander Loubet (PT) depende de decisão do presidente Lula para confirmar candidatura, enquanto o ex-vereador Professor André (Novo) aguarda definição interna do partido.
Nomes como Geraldo Resende, Marcelo Migliolli, Luiz Ovando e Jaime Verruck perderam força e devem buscar outros cargos.






