Desembargador nega liberdade a dois investigados na Operação Águas Turvas, mas concede prisão domiciliar para terceira acusada

| Créditos: Divulgação


O desembargador Waldir Marques, do TJMS, negou liberdade ao secretário de Finanças de Bonito, Ediberto Cruz Gonçalves, e ao empreiteiro Genilton da Silva Moreira, presos na Operação Águas Turvas. As defesas alegaram problemas de saúde e suspensão de contratos, mas o magistrado decidiu reavaliar os pedidos apenas no mérito.

Já a ex-chefe de licitações, Luciane Cíntia Pazette, obteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, por ser mãe de um adolescente de 13 anos.

A operação do Gecoc investiga fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro na Prefeitura de Bonito. Segundo o MPE, os contratos sob suspeita somam R$ 4,3 milhões e beneficiariam um grupo que direcionava obras e serviços de engenharia.

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