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Justiça aceita denúncia e Idenor vira réu em acusação por destruição de provas

A denúncia foi feita em outubro de 2017 e pede ainda a reparação por danos morais coletivos e multa, no valor de mais de R$ 669 mil.

Via redação | Publicado por Redação | às 09:28:02

O vereador afastado Idenor Machado (PSDB) se tornou réu em ação que investiga a destruição de provas na Câmara de Dourados após a Operação Câmara Secreta, desencadeada em 2011 para apurar esquema fraudulento em aquisição de empréstimos consignados por parte de servidores públicos na Casa.

Na época, ele era o presidente do Legislativo. O fato se deu no dia 4 de março, após a Justiça acatar o pedido do MPE (Ministério Público Estadual).

De acordo com a argumentação realizada pelo promotor de Justiça Ricardo Rotunno, o parlamentar determinou a exclusão de dados do sistema de informação, mediante a utilização do software CCleaner, para impossibilitar o acesso do Ministério Público Estadual às informações necessárias que comprovariam a prática dos crimes apurados na ação.

Idenor está preso na PED (Penitenciária Estadual de Dourados) sob suspeita de integrar esquema de corrupção na Câmara, mirando fraudes em processos licitatórios, resultando na Operação Cifra Negra, em dezembro do ano passado, mas deve sair ainda nesta quarta-feira (13/3).

Ontem, a defesa dele conseguiu Habeas Corpus para que responda o processo em liberdade.

Câmara Secreta

A ação foi desencadeada pelo Gaeco (Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado) em 2011 e consistia num esquema fraudulento de empréstimos consignados na Câmara do município.

Na época, os vereadores Sidlei Alves e Júnior Teixeira, além de assessores parlamentares e servidores da Casa, acabaram presos pelos policiais do Grupo.

Com informações Dourados News

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