Viúva de jornalista assassinado acusa deputado paraguaio de tentativa de suborno para favorecer suspeito
- porRedação
- 24 de Julho / 2025
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| Créditos: Arquivo pessoal
Cintia González, viúva do jornalista Leo Veras, morto no Paraguai, acusou o deputado Santiago Benítez, do Partido Colorado, de tentar suborná-la para obter um pendrive com supostas provas relacionadas ao crime. Segundo ela, o objetivo seria beneficiar o principal suspeito, Waldemar Rivas Días, conhecido como ‘Cachorrão’, que está foragido após anulação de seu julgamento.
A denúncia, publicada pelo jornal ABC Color, levanta dúvidas sobre possível interferência política no caso e reforça críticas ao andamento das investigações no país. Documentos obtidos pelo consórcio jornalístico Forbidden Stories, em parceria com o OCCRP, apontam para negligência das autoridades paraguaias, incluindo o descarte de evidências e a não cooperação com agentes brasileiros.
Cintia acredita que Leo Veras foi assassinado por investigar o crime organizado, em especial o Primeiro Comando da Capital (PCC). Documentos indicam que um dos líderes da facção, conhecido como ‘Minotauro’, teria ordenado a execução do jornalista, que teria sido executada por ‘Cachorrão’.






