Trump volta a acusar Harvard de antissemitismo e fala em indenização de US$ 1 bilhão
- porRedação
- 04 de Fevereiro / 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar publicamente a Universidade de Harvard na madrugada desta terça-feira (3), acusando a instituição de antissemitismo e de tentar “manipular a mídia” para escapar de um acordo judicial milionário com o governo norte-americano.
Em declaração nas redes sociais, Trump afirmou que o governo “não quer mais nenhum contato com a Universidade Harvard no futuro” e que agora busca uma indenização de US$ 1 bilhão da instituição. A fala ocorre após reportagem do The New York Times, publicada na segunda-feira (2), indicar um suposto recuo da Casa Branca em relação ao acordo firmado com a universidade.
Contexto do embate
O conflito entre o governo Trump e Harvard ganhou força em junho do ano passado, quando a administração federal concluiu que a universidade teria violado a lei federal de direitos civis. Segundo o governo, a instituição não respondeu adequadamente às preocupações de estudantes judeus e israelenses, que relataram se sentir ameaçados durante protestos no campus contra a guerra na Faixa de Gaza.
À época, o governo classificou a conduta da universidade como falha na proteção de alunos contra assédio e discriminação, abrindo caminho para um acordo judicial e possíveis sanções administrativas.
Ataque à imprensa
Na mesma publicação, Trump também criticou o The New York Times, chamando o jornal de “decadente” e insinuando que a reportagem teria como objetivo favorecer Harvard no impasse com o governo federal.
Repercussões
As novas declarações reacendem o debate nos Estados Unidos sobre liberdade de expressão em campi universitários, limites dos protestos políticos e a responsabilidade das instituições de ensino em garantir a segurança de grupos vulneráveis. Até o momento, Harvard não se manifestou publicamente sobre as novas acusações feitas pelo presidente.






