Trio é preso por superfaturar contrato de tecnologia em prefeitura de MS
- porRedação
- 28 de Outubro / 2025
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Uma investigação do Ministério Público revelou que três pessoas firmaram um contrato com a Prefeitura de Itaporã para prestação de serviço de armazenamento de dados com valor muito acima do real. O acordo, de R$ 104,4 mil, teria um custo estimado de apenas R$ 5,04 mil, configurando um superfaturamento de 1.971%.
Segundo a denúncia, os acusados — Lucas Andrade Coutinho, George Willian de Oliveira e Nilson dos Santos Pedroso — teriam combinado a fraude antes da licitação, criando empresas de fachada para simular concorrência e direcionar o resultado.
As investigações indicam que cerca de R$ 30 mil do valor pago teria sido destinado como propina a um servidor público. O restante foi dividido entre os envolvidos após o abatimento de tributos considerados fictícios.
Um dos investigados já havia sido preso em outras operações por suposta participação em fraudes em contratos públicos. A Justiça decretou prisão preventiva dos três por um ano, justificando a decisão pelo risco de continuidade dos crimes, especialmente devido à atuação de um deles em cargo público municipal.






