Tereza Cristina e Nelsinho cobram mudanças na escala 6x1; Soraya defende votação
- porRedação
- 14 de Outubro / 2026
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Os senadores de Mato Grosso do Sul têm posições distintas sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. A proposta, prevista para votação em primeiro turno no Senado Federal nesta quarta-feira (14), reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, e estabelece duas folgas por semana.
A senadora Soraya Thronicke (PSB) defende a aprovação da medida e cobra que a votação ocorra conforme o calendário previsto. Ela considera importante que os parlamentares assumam publicamente suas posições sobre o tema.
Já Nelsinho Trad (PSD) manifesta apoio à discussão sobre a redução da jornada, mas defende medidas para compensar os custos dos empregadores, especialmente micro e pequenas empresas.
A senadora Tereza Cristina (PP), que votou contra o texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), questiona a rapidez da tramitação e considera necessários ajustes na proposta. Entre as preocupações estão os possíveis impactos sobre categorias profissionais que trabalham em escalas específicas.
A PEC 221/2019 prevê a redução gradual da jornada semanal, passando inicialmente para 42 horas e, posteriormente, para 40 horas, sem redução dos salários.
A votação deverá definir o posicionamento dos representantes de Mato Grosso do Sul diante de uma das principais discussões nacionais sobre direitos trabalhistas e organização das jornadas de trabalho.






