Senadores da CPI do Crime ouvem diretores da PF sobre operação contra o PCC em MS
- porRedação
- 18 de Novembro / 2025
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| Créditos: Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado realizou uma sessão para ouvir diretores da Polícia Federal (PF) e coletar informações cruciais sobre o combate às facções criminosas no país, com foco especial na Operação Carbono Oculto.
O inquérito da PF, que teve ramificações no Mato Grosso do Sul (MS), mirou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), que utilizava fintechs e postos de gasolina para ocultar recursos ilícitos.
A cúpula da PF, incluindo o diretor-geral, Andrei Augusto Passos Rodrigues, e o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa, foi convocada para detalhar o início das investigações e a cooperação entre órgãos de segurança, como a Receita Federal e o Gaeco de São Paulo.
O objetivo da CPI vai além da operação pontual, buscando compreender a expansão territorial, econômica e operacional das facções, além do impacto das estruturas de lavagem de dinheiro que financiam o crime organizado transnacional.
Os depoimentos dos diretores também servirão como subsídio para a análise do Projeto de Lei das Facções Criminosas, atualmente em tramitação, que propõe mecanismos mais rígidos de rastreamento financeiro e combate aos líderes dessas organizações.
Adicionalmente, a Comissão avalia um requerimento para convocar Roberto Augusto Leme da Silva, o 'Beto Louco', apontado em investigações como um dos líderes de um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis no MS.






