Semana do Pescado 2026 estimula o setor de peixes com alta de até 35% no comércio e avanço do mercado regional
- porRedação
- 17 de Setembro / 2026
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O setor aquícola registrou resultados positivos na edição de 2026 da Semana do Pescado. Dados consolidados revelam que as vendas nos primeiros quinze dias de setembro tiveram um avanço entre 30% e 35% em comparação à primeira metade de agosto. O desempenho manteve a estabilidade em relação ao ano anterior e atendeu às projeções do mercado, abrangendo desde peixes inteiros e cortes tradicionais até filés e opções pré-prontas.
A movimentação de consumidores estendeu-se para além dos itens que estavam em oferta, cobrindo uma cartela comercial de mais de 70 produtos. O ápice do volume de vendas ocorreu na primeira semana de setembro, impulsionado pela maior visibilidade das campanhas informativas. O fluxo comercial também beneficiou a rede alimentícia local, com aumento de demanda em estabelecimentos como pastelarias, onde preparos à base de espécies como pacu, tilápia e pintado ganharam destaque.

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Praticidade no consumo e força da indústria regional
Uma das principais tendências observadas no período foi a busca por facilidade na culinária diária, que alavancou o consumo de pescados recheados, temperados e petiscos prontos. Paralelamente, ações institucionais acompanharam a rotina do setor produtivo no interior do estado. Em Três Lagoas, agendas do setor público e privado destacaram a relevância do processamento de pescados pantaneiros e continentais.
A estrutura produtiva local vem buscando espaço em novas praças comerciais, incluindo redes atacadistas do estado de São Paulo, apoiada por unidades de processamento que operam com capacidade anual expressiva, alto volume de ração e criação de alevinos. Outro ponto relevante na cadeia industrial da região é a inclusão social, com unidades fabris mantendo cerca de 90% dos postos de trabalho ocupados por mão de obra feminina. A diversificação da linha de produtos, que inclui cortes como costelinhas sem espinha e opções empanadas, reforça a estratégia para valorizar espécies locais frente aos peixes de maior circulação nacional.






