Saúde alerta para aumento precoce de síndromes respiratórias em Campo Grande

| Créditos: Tony Winston/Agência Brasília


O aumento no número de atendimentos e internações por doenças respiratórias em Campo Grande tem colocado as autoridades de saúde em estado de atenção. Em 2026, o crescimento dos casos ocorreu de forma antecipada em relação aos anos anteriores, superando as estatísticas do mesmo período do ano passado antes mesmo do início do inverno.

Até o momento, o município já contabilizou centenas de registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Entre os agentes virais identificados com maior frequência estão o Rinovírus, a Influenza A, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e a Covid-19. A circulação simultânea desses patógenos preocupa especialistas devido ao risco de complicações clínicas.

Grupos de Risco e Prevenção As crianças menores de nove anos, especialmente bebês com menos de um ano, e os idosos representam as faixas etárias com maior índice de gravidade. Diante deste cenário, o poder público reforça a importância da imunização, uma vez que a adesão às campanhas de vacinação contra a gripe ainda é considerada baixa na capital.

Além da vacina, medidas preventivas básicas são recomendadas para conter a disseminação dos vírus, tais como:

Higienização constante das mãos;

Manutenção de ambientes bem ventilados;

Evitar aglomerações em locais fechados;

Uso de proteção ao tossir ou espirrar.

A expectativa é que a demanda nos serviços de saúde continue elevada nas próximas semanas devido à queda das temperaturas e ao período chuvoso, fatores que facilitam a transmissão viral.

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