Registros de CACs despencam 87% em MS após medidas de controle de armas
- porRedação
- 16 de Julho / 2025
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| Créditos: Reprodução/PCMS
A Polícia Federal (PF) revelou que o número de novos registros de Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs) em Mato Grosso do Sul caiu drasticamente 87% entre 2022 e 2024. Em 2022, auge da política armamentista do governo Bolsonaro, foram 8.866 registros, contrastando com apenas 1.153 em 2024 e 568 até julho de 2025.
Essa queda acentuada ocorre após o governo Lula implementar medidas para desarmar a população, como a redução do número de armas e munições permitidas a civis e o aumento do IPI sobre esses produtos. O ex-ministro da Justiça, Flávio Dino, chegou a relacionar a diminuição dos registros com a queda de 6% nos assassinatos, defendendo que "não é a proliferação irresponsável de armas que enfrenta a criminalidade".
A partir de 1º de julho de 2025, a fiscalização e o registro de CACs, antes sob o Exército, passaram para a Polícia Federal, que recebeu R$ 20 milhões para criar delegacias e núcleos de controle de armas em todo o país. Essa mudança, determinada em decreto desde 2023, visa frear a disseminação de armamentos civis, uma crítica constante do PT durante o governo anterior.
Atualmente, Mato Grosso do Sul soma 39.659 registros de CACs, com destaque para pistolas e carabinas como os armamentos mais comuns.






