Reforma da clínica de hemodiálise do HU-UFGD ampliará atendimento pelo SUS em Dourados

A reforma da Clínica de Hemodiálise do Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD) deve ampliar a capacidade de atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Em fase final de obras, a previsão de inauguração da nova estrutura é para maio de 2026.

Com a reforma, a unidade passará a contar com 72 vagas para hemodiálise ambulatorial, ampliando significativamente o atendimento a pacientes que necessitam do tratamento de forma contínua.

De acordo com a chefe do Setor de Cuidados Especializados do hospital, Alline Menon, atualmente o hospital realiza apenas hemodiálise e diálise peritoneal em pacientes internados.

“Hoje, o HU realiza apenas hemodiálise e diálise peritoneal em pacientes internados; após a obra, ofereceremos o atendimento para pacientes em hemodiálise ambulatorial, aquela em que o paciente vem à clínica três vezes por semana para realizar os procedimentos e volta para seu domicílio”, explicou.

Investimento do PAC

As obras estão sendo executadas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo o hospital, todos os equipamentos necessários para o funcionamento da clínica, como máquinas, poltronas e insumos, já foram adquiridos e estão disponíveis na unidade.

Além disso, o HU-UFGD também colocou em operação o primeiro serviço de hemodiálise contínua em unidades de terapia intensiva adulto em hospital público do SUS em Mato Grosso do Sul, ampliando a capacidade de atendimento a pacientes em estado crítico.

Ampliação de tratamentos e transplantes

A nova clínica também deverá receber novas modalidades de tratamento dialítico e contribuir para a implantação de um projeto de transplante renal na instituição.

Segundo o superintendente do hospital, Hermeto Paschoalick, a ampliação do serviço trará mais conforto e facilidade para pacientes da região.

“Seremos capazes de dar mais conforto para as pessoas que precisam desse tratamento, tanto em Dourados quanto em municípios próximos. Atualmente, algumas pessoas que moram próximas a Dourados precisam viajar maiores distâncias, três vezes por semana, para realizar o tratamento”, afirmou.

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