Reforma administrativa de Adriane Lopes trava na Câmara de Campo Grande

| Créditos: Divulgação

 A Câmara Municipal de Campo Grande não votou, na sessão desta quinta-feira, o projeto de reforma administrativa enviado pela prefeita Adriane Lopes (PP). O principal ponto de discórdia entre os vereadores é a junção da Secretaria de Cultura com a Secretaria de Educação, considerada "sem explicação plausível" pelo vereador Professor Juari (PSDB).

O projeto, que reduz de 13 para 12 o número de secretarias municipais, foi enviado à Câmara na noite de quarta-feira com pedido de votação em regime de urgência. O presidente da Casa, vereador Carlão (PSB), suspendeu a sessão para buscar consenso entre os parlamentares, mas não obteve sucesso.

Com a reforma, as secretarias de Cultura, Juventude e Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SEMADUR) seriam extintas. A Cultura passaria a integrar a Educação, enquanto a SEMADUR seria incorporada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Além da reforma administrativa, a prefeita Adriane Lopes encaminhou à Câmara outros projetos, incluindo a revogação de benefícios fiscais concedidos a empresas que não cumpriram as contrapartidas acordadas.

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