Presidente da Câmara de Campo Grande nega relação entre exoneração de servidora e denúncia contra ex-secretário

| Créditos: Foto: Reprodução/CMCG


Em pronunciamento oficial realizado nesta terça-feira (10), o presidente da Câmara Municipal esclareceu que o desligamento de uma servidora do Legislativo não possui qualquer relação com o recente escândalo envolvendo um secretário municipal. Segundo a chefia da Casa, a decisão administrativa foi tomada de forma independente e ocorreu semanas antes dos fatos envolvendo o Executivo virem a público.

Antecedência da decisão

De acordo com a presidência, a saída da funcionária — que atuava na instituição há nove anos — já estava planejada há mais de 20 dias. O motivo apresentado para a mudança foi a reestruturação interna da Escola do Legislativo, que passou a contar com uma nova diretoria.

O presidente enfatizou que a servidora não era uma indicação política do ex-vereador mencionado nas investigações e que sua permanência ou saída do cargo não dependia de influências externas. “Trata-se de uma infeliz coincidência de datas”, afirmou o parlamentar, reforçando a autonomia das decisões da Casa de Leis.

Contexto do caso

A polêmica surgiu após o nome do ex-vereador e atual secretário ser associado a uma investigação que resultou em medidas protetivas e boletins de ocorrência. O secretário, por sua vez, tem mantido silêncio sobre as acusações, enquanto o espaço para sua defesa permanece aberto nos canais oficiais.

A nota da Câmara busca desvincular a imagem da instituição de crises políticas externas, reiterando que critérios técnicos e administrativos motivaram a vacância do cargo em questão.

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