Oscilações de oferta e clima alteram preços de hortifrutigranjeiros na Ceasa de Mato Grosso do Sul
- porRedação
- 03 de Agosto / 2026
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| Créditos: Divulgação Ceasa
O balanço do mercado de hortifrutigranjeiros na Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa/MS), referente à última semana do mês de julho (entre os dias 27 e 31), apontou variações expressivas nos custos de diversos itens essenciais. Enquanto itens como mamão, maçã e cenoura registraram encarecimento motivado por retrações no abastecimento vindo de outros estados, produtos como alface, jiló, melancia e quiabo apresentaram retração nos valores.
Produtos em alta
A maior elevação de valor foi observada no mamão Formosa, que registrou alta de 11,11%, fazendo com que a caixa de 18 quilos subisse de R$ 80 para R$ 90.
A maçã Fuji também teve um aumento expressivo, de 8,40%, passando de R$ 110 para R$ 120 a caixa de 18 quilos. O reajuste decorre do menor volume acumulado de envios provenientes das regiões produtoras localizadas no Sul do país.
Já a cenoura subiu 8,33%, com a embalagem de 20 quilos passando do patamar de R$ 110 para R$ 120. A retração na oferta ocorreu devido ao atraso no início do recolhimento da safra de inverno nas principais áreas agrícolas de Minas Gerais.
Produtos em queda
Por outro lado, o aumento na produtividade favoreceu a redução de preços de outros hortifrutis. A maior redução percentual ficou a cargo da alface crespa, que caiu 11,04%: o volume de sete quilos passou de R$ 50 para R$ 45. O bom desempenho do cultivo local em Mato Grosso do Sul, impulsionado por condições climáticas favoráveis, expandiu a disponibilidade do produto.
Outras reduções identificadas no período incluem:
Jiló: Queda de 9,90%, com a caixa de 18 quilos passando de R$ 110 para R$ 100.
Quiabo: Redução de 9,14%, com a caixa de 18 quilos baixando de R$ 120 para R$ 110.
Melancia: Redução de 6,45%, com o preço do quilo caindo de R$ 3,50 para R$ 3,10.
Fatores de mercado e recomendações
De acordo com o setor de acompanhamento de mercado da central de abastecimento, fatores como intempéries meteorológicas e a variação da safra nas regiões de origem continuam sendo os principais direcionadores dos custos ao atacado e ao consumidor. A recomendação técnica é que os compradores consultem as atualizações periódicas de cotação para planejar aquisições em momentos de maior oferta e preços mais acessíveis.






