Michelle e Bia são as senadoras mais bem votadas da história do DF

Bia Kicis e Michelle Bolsonaro foram as mais bem votadas senadoras da história do DF | Créditos: Reprodução/Instagram @michellebolsonaro


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) foram eleitas senadoras com a maior quantidade de votos da história do Distrito Federal. Com 96% das urnas apuradas, Michelle atingiu 896 mil votos, e Bia Kicis 850 mil. Antes, o ranking era liderado por Cristovam Buarque, que em 2010 recebeu 833.480 votos. Reguffe (2014) ocupava o segundo lugar, com 826.454 votos.

Quem é Michelle Bolsonaro

Michelle Bolsonaro nasceu em 22 de março de 1982, em Brasília, e cresceu em Ceilândia, maior região administrativa do Distrito Federal.

Antes de ingressar na vida pública, trabalhou como vendedora, demonstradora de produtos, promotora de eventos e na área comercial.

Também atuou como secretária parlamentar e como intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) voluntária na igreja que frequentava. Casada com o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), Michelle foi primeira-dama entre 2019 e 2023.

Após deixar o Palácio do Planalto, Michelle ampliou a atuação político-partidária. Entre março de 2023 e junho de 2026, presidiu nacionalmente o PL Mulher, braço feminino do Partido Liberal, e decidiu disputar uma eleição pela primeira vez neste ano.

Quem é Bia Kicis

Beatriz Kicis Torrents de Sordi nasceu em 19 de setembro de 1961, em Resende (RJ). Advogada e deputada federal pelo Distrito Federal, é formada em direito pela UnB (Universidade de Brasília).

Antes de entrar para a política, Bia Kicis trabalhou como advogada no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) e, em 1992, foi aprovada em concurso público para a Procuradoria-Geral do Distrito Federal. Aposentou-se em 2016, no cargo de subprocuradora-geral.

Bia Kicis se elegeu deputada federal pelo Partido Liberal em 2018 e, em 2022, reelegeu-se para a Câmara dos Deputados. Durante a atuação na Casa, integrou diferentes comissões e, em 2021, assumiu a presidência da CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania).

Filiada ao PL desde 2022, deixou a disputa pela reeleição em 2026 para concorrer a uma das duas vagas do Distrito Federal para o Senado.

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