Maria Eduarda celebra alta no Cassems e renasce como futura médica
- porRedação
- 09 de Fevereiro / 2026
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| Créditos: Messias Ferreira
O Hospital Cassems foi palco de uma celebração especial nesta semana, quando Maria Eduarda, aos 26 anos, encerrou o tratamento de câncer de tireoide — o segundo que enfrentou, após vencer uma leucemia aguda em 2019. O som do sino, que marca o fim do protocolo oncológico, simbolizou não apenas a vitória sobre a doença, mas também a concretização de um sonho: tornar-se médica.
A jovem foi recebida com um corredor de honra formado por amigos e familiares, muitos deles doadores de sangue que acompanharam sua jornada. Emocionada, Maria Eduarda declarou:
“Eu toco esse sino para, de alguma forma, dizer para mim mesma e para todo mundo que tudo passa. Todas as vezes que achei que não podia, minha melhor amiga, minha mãe, meus tios, meu pai estavam segurando a minha mão.”
Do paciente à vocação médica
A experiência de tratamento despertou em Madu a vontade de atuar na medicina. Observando a dedicação da equipe, incluindo o hepatologista Dr. Luis Henrique Mascarenhas e a Dra. Rafaela, ela percebeu que queria transformar a experiência pessoal em empatia profissional. Hoje, estudante de medicina em Asunción, Maria Eduarda afirma:
“Ter um olhar de paciente para paciente é diferente de ter apenas o olhar médico. Não é só algo que eu queria fazer, mas algo para o qual fui chamada.”
O câncer de tireoide foi detectado precocemente em um exame de rotina, e a infraestrutura tecnológica da Cassems, aliada a protocolos de diagnóstico avançados, garantiu um desfecho positivo e seguro. Para a mãe, Carla Bernal, a trajetória da filha moldou o caráter da futura profissional:
“Acredito que ela será uma médica diferenciada, humanizada. É disso que as pessoas precisam.”
Gratidão e novos capítulos
O encerramento do tratamento foi celebrado com o lançamento de balões brancos, estampados com a frase: “Eu tive câncer, mas o câncer não me teve”. Para o Cassems, a ocasião simboliza não apenas a alta de uma paciente, mas o renascimento de uma futura médica, com empatia e experiência de vida, reforçando o compromisso da instituição em ser mais que um hospital: um porto seguro onde a vida sempre encontra caminhos para continuar.






