Marçal Filho vira alvo de cobranças por crise da chikungunya após críticas feitas na epidemia de dengue em 2019

Marçal Filho | Créditos: ALEMS/Assembleia Legislativa de MS


O cenário epidemiológico em Dourados tem gerado debates sobre a gestão pública de saúde. O atual prefeito, Marçal Filho, enfrenta críticas pela condução do surto de chikungunya no município, situação que remete a posicionamentos adotados por ele no passado sobre crises semelhantes.

Em 2019, enquanto exercia mandato como deputado estadual, Marçal Filho utilizou a tribuna para criticar severamente a então prefeita Délia Razuk. Na ocasião, o foco era o aumento dos casos de dengue na cidade. O político apontava falhas na prevenção e na assistência à população, cobrando medidas mais eficazes do Executivo municipal.

Atualmente, na posição de gestor municipal, o prefeito se vê diante de um desafio análogo. Com a escalada da chikungunya, especialmente em áreas vulneráveis e comunidades indígenas, o governo local decretou situação de emergência. A medida visa facilitar a captação de recursos federais e agilizar o combate ao mosquito transmissor.

O contraste entre as cobranças feitas em 2019 e a realidade administrativa de 2026 tem sido pauta de discussões políticas. Enquanto a prefeitura foca em ações de mobilização e auxílio da Força Nacional do SUS, opositores relembram o histórico de críticas do prefeito para questionar a eficácia das ações preventivas implementadas em sua própria gestão.

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