Justiça Federal mantém prisão de ex-guarda que teria oferecido R$ 130 mil a policial do Garras

policial Augusto Torres foi preso em flagrante | Créditos: Reprodução


A Justiça Federal negou o pedido de liberdade provisória (habeas corpus) a um ex-Guarda Civil Metropolitana (GCM), identificado como Marcelo Raimundo da Silva, preso em flagrante pela Polícia Federal (PF) sob acusação de corrupção ativa.

O indivíduo, que já era investigado por crimes de contrabando e descaminho, foi detido no dia 28 de novembro de 2025, em Campo Grande, no momento em que, segundo a acusação, efetuava o pagamento de uma propina no valor de R$ 130 mil a um policial civil lotado no Grupo Armado de Repressão a Assaltos e Sequestros (GARRAS), Augusto Torres Galvão Florindo.

O pagamento, interceptado pela PF, estaria relacionado ao favorecimento em atividades ilícitas. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva pela Justiça para ambos os envolvidos. O policial do Garras e o ex-guarda civil são suspeitos de crimes como corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro, e o policial teria confessado a participação no esquema durante o interrogatório.

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