Justiça condena Giroto por enriquecimento ilícito; pena inclui multa de R$ 11,7 milhões e 12 anos de inelegibilidade

| Créditos: Foto: Arquivo pessoal/Facebook


O ex-deputado e ex-secretário de Obras, Giroto, foi condenado em primeira instância por ato de enriquecimento ilícito, em um processo ligado à Operação Lama Asfáltica, que investiga desvios de recursos públicos em Mato Grosso do Sul.

A sentença, emitida pelo juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, estabelece que o réu deve ressarcir os cofres públicos com o pagamento de R$ 11,7 milhões. Este montante corresponde ao valor do enriquecimento ilícito comprovado, estimado em R$ 3,9 milhões, multiplicado por três.

Além da penalidade financeira, a condenação impõe a suspensão dos direitos políticos de Giroto por um período de 12 anos, o que o torna inelegível pelo mesmo prazo, e a perda de qualquer função pública que ele viesse a exercer. A defesa do ex-secretário ainda pode recorrer da decisão.

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