Juiz nega pedido do Consórcio Guaicurus para suspender multas aplicadas por irregularidades no transporte coletivo
- porRedação
- 17 de Outubro / 2025
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imagem ilustrativa | Créditos: Reprodução
O juiz Marcelo Andrade Campos Silva negou o pedido do Consórcio Guaicurus para suspender a aplicação de multas referentes a irregularidades no transporte coletivo de Campo Grande.
A concessionária alegava que as penalidades seriam aplicadas de forma indiscriminada e poderiam comprometer o serviço público. Também atribuiu os atrasos e falhas à falta de estrutura viária, como a ausência de corredores exclusivos, terminais e obras não concluídas, a exemplo do viaduto da Coca-Cola.
Na decisão, o magistrado ressaltou que o contrato é firmado entre o município e o consórcio, cabendo à empresa resolver internamente eventuais problemas entre as companhias que o compõem.
As multas, aplicadas pela Agetran, são contestadas em várias ações judiciais movidas pela concessionária, que alega risco de desequilíbrio financeiro. O Consórcio Guaicurus tem contrato de R$ 3,4 bilhões para operar o transporte coletivo e faturamento de R$ 1,8 bilhão entre 2013 e 2024.






