Juiz informa ao STJ que médico João Jazbik está em prisão especial e defende manutenção da custódia
- porRedação
- 20 de Setembro / 2026
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| Créditos: Foto: Madu Livramento/ Midiamax
O juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, encaminhou manifestação ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) defendendo a manutenção da prisão preventiva do médico cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, investigado pela morte da fisioterapeuta Fabíola Marcotti, de 51 anos.
No documento enviado ao ministro Rogério Schietti Cruz, o magistrado afirmou que a decisão de manter o acusado preso está devidamente fundamentada e ressaltou que foram consideradas as condições pessoais do médico, incluindo sua idade. Segundo o juiz, João Jazbik foi encaminhado para prisão especial em um presídio militar, classificado por ele como uma das melhores estruturas prisionais do Estado e uma condição desejada por muitos investigados.
A manifestação ocorreu durante a análise de um habeas corpus apresentado pela defesa, que busca a revogação da prisão preventiva ou sua substituição por prisão domiciliar. Os advogados argumentam que o médico possui idade avançada e problemas de saúde que justificariam uma medida menos rigorosa.
João Jazbik responde a investigação relacionada à morte de Fabíola Marcotti, ocorrida em maio deste ano, em Campo Grande. A Polícia Civil concluiu o inquérito com indiciamento por feminicídio e outros crimes. A defesa, por sua vez, sustenta a tese de que a morte foi resultado de suicídio e nega qualquer participação do médico no caso.
O STJ ainda analisará o mérito do pedido apresentado pela defesa. Até que haja nova decisão judicial, João Jazbik Neto permanece preso preventivamente em Campo Grande.






