Guarda Civil morreu em escola pública durante tentativa de aquecer o almoço, afirma secretário
- porRedação
- 20 de Fevereiro / 2024
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| Créditos: GCM/Reprodução
O guarda civil metropolitano Célio Marcos Lopes Guimarães perdeu a vida tragicamente quando um fogão explodiu enquanto ele tentava esquentar sua marmita de almoço na Escola Pública Antônio José Paniago, em Campo Grande. Segundo informações reveladas pelo secretário municipal de Educação, Lucas Bitencourt, ao g1 nesta segunda-feira (19), o laudo do Corpo de Bombeiros confirmou que o incidente ocorreu devido a uma falha humana.
Célio, de 52 anos, sucumbiu 19 dias após sofrer queimaduras em 50% de seu corpo durante o incêndio na escola, com o falecimento ocorrendo em 26 de janeiro, enquanto o acidente ocorreu em 7 de janeiro.
"Identificou-se uma falha humana; estamos acompanhando todo o laudo técnico do Corpo de Bombeiros. Na ocasião, o guarda estava aquecendo o alimento e uma das bocas do fogão ficou entreaberta. Quando ele retornou à tarde e tentou ligar o fogão novamente, ocorreu a explosão", relatou o secretário.
Até o momento, o laudo pericial sobre o incêndio ainda não foi enviado à Polícia Civil, que aguarda o documento para determinar se o fogo foi acidental ou criminoso. A morte de Célio está sendo investigada pela 4ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande.
**Escola Continua Fechada**
A Escola Pública Antônio José Paniago permanece fechada para os alunos nesta segunda-feira (19), em Campo Grande. As aulas não foram retomadas para os estudantes do bairro Itamaracá, pois o local está passando por uma reforma mais ampla após o acidente na cozinha do prédio.
**Morte do Policial**
Célio Marcos Lopes Guimarães, guarda civil de 52 anos, faleceu 19 dias após ter sofrido queimaduras em 50% do corpo durante um incêndio na Escola Pública Antônio José Paniago, no bairro Itamaracá, em Campo Grande.
O acidente ocorreu enquanto Célio estava em serviço, com as chamas rapidamente consumindo a cozinha da escola, onde ele se encontrava. Vizinhos ao local auxiliaram no resgate do guarda, que foi encaminhado para a Santa Casa no dia do incêndio.
Desde então, Célio estava sob cuidados médicos no hospital. Segundo o secretário especial de Segurança e Defesa Social de Campo Grande (Sesdes), Anderson Gonzaga da Silva Assis, o guarda veio a óbito devido a complicações causadas pela alta inalação de fumaça, que afetou severamente suas vias respiratórias.






