Disputa por esmeraldas apreendidas na Operação “La Casa de Papel” permanece após três anos
- porRedação
- 21 de Novembro / 2025
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| Créditos: Arquivo/Reprodução
A disputa judicial pelos bens apreendidos na Operação La Casa de Papel, deflagrada pela Polícia Federal em 2021, segue em tramitação, com o impasse centrado em torno de cerca de 268 quilos de esmeraldas brutas. As pedras preciosas foram confiscadas por serem supostamente usadas como garantia ou atrativo em um sofisticado esquema de criptoativos investigado por lavagem de dinheiro e fraude.
A empresa Blockskip Tecnologia da Informação Ltda é o alvo principal da operação. Passados aproximadamente três anos da apreensão inicial, a Justiça Federal manteve as medidas cautelares, que incluem o bloqueio de R$ 2 milhões e a suspensão das atividades econômicas da companhia. A decisão judicial aponta inconsistências entre o capital social declarado da Blockskip e sua movimentação financeira.
Embora a defesa da empresa negue envolvimento nos ilícitos, argumentando que investigados eram apenas clientes, o destino final das esmeraldas e dos valores bloqueados permanece indefinido, aguardando o desfecho das ações nas instâncias judiciais.






