Clima tenso após rumores marca sessão e comissão intensifica votações

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), deputado estadual Gerson Claro (PP), veio a público para justificar a aceitação do pedido de exoneração do chefe de gabinete do deputado Neno Razuk (PL). Claro ressaltou que não é papel da Casa julgar e citou o exemplo de um rumor que agitou o plenário na terça-feira (2).

Exoneração e a Polêmica do Rumor

Claro usou a circulação de uma "fofoca" sobre um suposto crime de violência doméstica envolvendo um parlamentar, que não foi identificado, para embasar seu argumento. O presidente descreveu o episódio como um "maior bafafá" e questionou a atitude da Casa diante de boatos. "Imagina se tivéssemos tomado alguma providência?", ponderou Claro, defendendo a cautela da Alems em relação a questões não confirmadas ou que não dizem respeito diretamente ao trabalho legislativo.

CCJR Acelera Ritmo Após Críticas

Paralelamente, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), presidida por Pedro Caravina (PSDB), respondeu às reclamações dos colegas com uma reunião de mais de uma hora e meia, distribuindo 16 projetos e votando 20 propostas.

Tensão no Plenário

No encerramento da sessão, a chegada do líder do Governo, Londres Machado, gerou um momento de tensão. Ele cobrou o presidente da CCJR, Caravina, ao tentar defender o colega Zé Teixeira (PSDB). No entanto, Caravina devolveu a cobrança, pedindo que o líder do Governo estivesse mais presente no plenário para acompanhar os trabalhos.

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