Chefes de esquema de licenciamento fraudulento são transferidos para presídio federal em Campo Grande

| Créditos: DIVULGAÇÃO/PF


Três dos principais alvos da Operação Rejeitos, deflagrada pela Polícia Federal em Minas Gerais, foram levados para o Presídio Federal de Campo Grande (MS) neste sábado. O trio, apontado como a liderança de uma organização criminosa que liberava licenças ambientais de forma fraudulenta, ficará na unidade de segurança máxima por tempo indeterminado.

A investigação da Polícia Federal revelou que o grupo movimentava bilhões de reais em um esquema que envolvia corrupção de servidores públicos, lavagem de dinheiro e crimes ambientais. Para esconder os lucros ilícitos e pagar propinas, o esquema utilizava uma rede de mais de 40 empresas de fachada.

Os crimes identificados pela PF na operação incluem corrupção, lavagem de dinheiro, crimes ambientais e organização criminosa. Entre os presos está o diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), Caio Mario Seabra. É a primeira vez que presos acusados de crimes ambientais são levados para uma unidade federal de segurança máxima.

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