Campo Grande enfrenta dificuldades na aquisição de medicamentos para rede municipal de saúde

| Créditos: Reprodução/EPTV/Ilustrativa


O município de Campo Grande enfrenta desafios na compra de medicamentos, mesmo após empenhar cerca de R$ 21 milhões para reabastecer a rede municipal de saúde. Apesar de três pregões diferentes, a cidade ainda lida com licitações suspensas e a falta de propostas para diversos itens, em processos que incluem desde contraceptivos até antibióticos.

Em um dos pregões, que previa um investimento de R$ 1,2 milhão, mais da metade dos itens não recebeu ofertas, resultando em um processo "deserto". Entre os medicamentos que não puderam ser adquiridos estão o contraceptivo acetato de medroxiprogesterona, antibióticos como o sulfato de gentamicina e o analgésico cloridrato de petidina, usado para dores agudas.

O problema na aquisição de remédios na capital não é recente. Para tentar solucioná-lo, a prefeitura lançou a primeira licitação com previsão de R$ 6,2 milhões para diversas classes de medicamentos. Em seguida, uma segunda licitação foi aberta no valor de R$ 1,2 milhão. Um terceiro pregão, no valor de R$ 13,5 milhões, foi suspenso e remarcado, buscando a compra de itens essenciais como amoxicilina, ibuprofeno e losartana.

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