“BRASIL EM COLAPSO: O PREÇO DA CEGUEIRA IDEOLÓGICA E O RISCO DA DEPENDÊNCIA ESTRANGEIRA”
- porAlcina Reis
- 19 de Julho / 2025
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| Créditos: Hugo Barreto/Metrópoles
Enquanto o Brasil se divide entre “times” políticos, idolatrando figuras como Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, o país se aproxima perigosamente de um abismo geopolítico e econômico. O que está em jogo neste momento vai muito além da briga ideológica entre esquerda e direita — é a soberania nacional, a estabilidade econômica e, sobretudo, a segurança do povo brasileiro.
A recente crise com os Estados Unidos, agravada por declarações e atitudes irresponsáveis do ex-presidente Bolsonaro e de seus aliados, expôs o Brasil a retaliações severas. Uma delas, a mais preocupante, seria o corte do acesso ao sistema de GPS norte-americano — algo que, para quem ainda não entendeu, afetaria diretamente a aviação civil, a agricultura de precisão, a navegação comercial, os serviços de transporte e até as operações bancárias. Seria um colapso silencioso, mas devastador.
E enquanto isso, o bolsonarismo continua tratando a política como um jogo pessoal. Apoiadores confundem patriotismo com devoção cega a um clã que já provou, repetidas vezes, estar disposto a sacrificar o país em nome de seus próprios interesses. Do outro lado, lulistas fazem o mesmo: protegem seu líder a qualquer custo, mesmo diante de escândalos, aparelhamento do Estado e decisões políticas que beneficiam mais o partido do que o povo.
É preciso fazer uma distinção clara e urgente: ser de direita não é ser bolsonarista. Ser conservador, liberal ou patriota não pode ser sinônimo de se ajoelhar diante dos delírios autoritários de alguém que flerta com o golpismo e com interesses estrangeiros. Assim como ser de esquerda não é ser lulista — é possível defender justiça social e inclusão sem ser cúmplice de conchavos e cultos à personalidade.
O que está em risco agora não é a reputação de Bolsonaro, nem a biografia de Lula, nem o cargo de Alexandre de Moraes. Quem vai sofrer as consequências de embargos, sanções, isolamento internacional, perda de investimentos e colapso tecnológico é o povo brasileiro. É você, sua família, seu trabalho, sua segurança alimentar, seu direito de ir e vir.
Acordem!
A defesa incondicional de líderes populistas que se colocam acima das instituições está nos cegando para o que realmente importa: proteger a Nação. Defender o Brasil é muito mais do que gritar “mito” ou “companheiro”. Defender o Brasil é exigir responsabilidade, transparência e compromisso com o povo — não com projetos pessoais de poder.
Se insistirmos nesse teatro de guerra entre bolsonarismo e lulismo, perderemos o palco inteiro. E quem vai recolher os destroços, como sempre, é o povo.
É hora de parar de aplaudir o caos e começar a defender o que realmente interessa: o Brasil.
Chega de culto a personalidades! Chega de histeria política! Exijam instituições fortes, não salvadores da pátria. O futuro do país está em jogo – e só o povo pode decidir se quer continuar sendo refém ou tomar as rédeas de seu destino.
#ChegaDeExtremismos #BrasilAcimaDeTudo #PovoNoComando
Por Alcina Reis







