“A caminhada é árdua, mas nada se compara ao que fazem com Bolsonaro”, afirma Rodolfo Nogueira
- porRedação
- 26 de Janeiro / 2026
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Durante a Caminhada pela Liberdade, liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o deputado federal Rodolfo Nogueira comentou o atual cenário político envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o parlamentar, apesar das dificuldades enfrentadas pelos participantes do movimento, os obstáculos da mobilização não se comparam ao que ele classifica como perseguição ao ex-chefe do Executivo.
“A caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro”, afirmou Nogueira durante o ato.
O deputado destacou que a mobilização também busca chamar atenção para a situação de pessoas presas em decorrência dos atos de 8 de janeiro. Ele citou casos específicos, como o de Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, mãe de dois filhos e condenada a 14 anos de prisão; Adalgisa, uma idosa de 65 anos; e Cleriston Pereira da Cunha, o “Clezão”, que morreu na Penitenciária da Papuda após ter sido preso pelos atos.
“Esses nomes simbolizam os excessos e perseguições políticas que estamos sofrendo no Brasil”, declarou o parlamentar.
Para Rodolfo Nogueira, o esforço físico e político da caminhada representa apenas uma pequena parcela do que Bolsonaro enfrenta atualmente. Ele classificou a situação do ex-presidente como uma injustiça e afirmou que as medidas adotadas contra ele e outros investigados extrapolam os limites do embate político.
“O caminho é difícil, exige resistência e união, mas nada disso se compara ao que está acontecendo com Bolsonaro, com o que estão fazendo com o presidente”, reforçou.
Segundo o deputado, Bolsonaro é alvo de perseguição política e de decisões que, em sua avaliação, ferem princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito.
Durante o evento, Nikolas Ferreira afirmou que, caso os objetivos da caminhada não sejam alcançados, os protestos terão continuidade. Os parlamentares defendem a liberdade dos presos relacionados aos atos de 8 de janeiro e do ex-presidente Bolsonaro. A mobilização tem como pautas centrais a defesa das liberdades individuais, críticas ao sistema político e manifestações contra o que classificam como excessos institucionais.






