Três anos após Operação Terceirização de Ouro, ex-conselheiros do TCE-MS voltam ao cargo e recebem até R$ 112,5 mil por mês
- porRedação
- 08 de Dezembro / 2025
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| Créditos: Foto: Marcelo Victor.
O andamento da justiça no Brasil demonstra um forte contraste em um caso de repercussão no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A operação policial que mirou conselheiros por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro atinge, neste momento, cerca de três anos sem que o julgamento final tenha sido proferido contra os principais réus.
Apesar de estarem afastados de suas funções por determinação judicial desde 2022, os conselheiros investigados — que respondem a acusações de fraudes e desvios — continuam a usufruir de altos vencimentos pagos com dinheiro público. A remuneração mantida para os acusados atinge a expressiva marca de até R$ 112 mil por mês, conforme dados divulgados.
A situação levanta sérios questionamentos sobre a morosidade do sistema judiciário em lidar com casos de corrupção de alta complexidade envolvendo figuras públicas. Enquanto o processo se arrasta, custando milhões aos cofres públicos em salários e benefícios, a efetiva responsabilização dos envolvidos permanece pendente no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Com informações O Jacaré






