Tráfico de drogas devasta mais de 5 mil hectares de áreas protegidas na fronteira entre Paraguai e Mato Grosso do Sul
- porRedação
- 21 de Outubro / 2025
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| Créditos: Divulgação/Senad
Em dois anos, pelo menos 5.400 hectares de áreas de preservação ambiental foram devastados na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul para o cultivo de maconha. Os dados foram divulgados pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), que atua com apoio da Polícia Federal brasileira na erradicação das plantações ilegais.
O ministro e chefe da Senad, Jalil Rachid, classificou a destruição ambiental causada pelo tráfico como um “ecocídio silencioso”. Ele criticou os movimentos que defendem a legalização da maconha no Paraguai, afirmando que o desmatamento provocado pelo cultivo ilegal ameaça ecossistemas e territórios indígenas.
De acordo com Rachid, o impacto ambiental é profundo e a recuperação das áreas desmatadas deve levar décadas. Imagens aéreas analisadas pela Senad mostram que o avanço das plantações de maconha tem alcançado até terras de povos originários na faixa de fronteira.






