Trabalhadores terceirizados são presos sob suspeita de subtrair e comercializar equipamentos de informática de órgão público
- porRedação
- 29 de Setembro / 2026
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Três prestadores de serviços terceirizados foram alvos de mandados de prisão preventiva sob a acusação de integrarem um esquema de subtração e revenda de componentes de informática de uma instituição pública do Poder Judiciário. O cumprimento das ordens judiciais ocorreu após investigações apontarem que os suspeitos aproveitavam a rotina de trabalho e o livre acesso a dependências restritas do prédio para retirar os materiais de depósitos internos.
Conforme a apuração conduzida pelas autoridades policiais e pelo setor de investigações cibernéticas, os itens recolhidos indevidamente eram posteriormente anunciados e comercializados em plataformas digitais de venda. O caso começou a ser apurado após servidores administrativos flagrarem movimentações suspeitas no interior do edifício, que culminaram na localização de peças de hardware escondidas na mochila de um dos envolvidos.
As ordens de prisão foram expedidas pela Justiça estadual com base nos crimes de furto qualificado e receptação. De acordo com as forças de segurança, o grupo também adotava manobras para tentar ocultar as ações e dificultar o rastreio dos equipamentos. Procedimentos adicionais e audiências de custódia seguem em andamento para apurar a extensão total dos prejuízos materiais e a eventual participação de terceiros na cadeia de revenda dos produtos.






