STJ mantém prisão preventiva de investigados em grupo ligado a deputado estadual

| Créditos: Foto: Arquivo/Pietra Dorneles/Midiamax


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de liberdade apresentado pela defesa de supostos líderes de uma organização criminosa que, segundo as investigações, seria chefiada pelo deputado estadual Neno Razuk. Com a decisão, as prisões preventivas dos envolvidos foram mantidas pela Corte Superior.

A estrutura sob investigação é suspeita de operar atividades ilícitas valendo-se da influência política do parlamentar. Ao analisar o recurso, os ministros consideraram que a manutenção da custódia cautelar é necessária para garantir a ordem pública e assegurar que as apurações em curso não sofram interferências.

A defesa dos acusados pleiteava a substituição da prisão por medidas cautelares alternativas, argumentando que não haveria fundamentos jurídicos para o cárcere. No entanto, o entendimento do tribunal acompanhou o parecer do Ministério Público, reforçando o papel dos investigados como peças centrais na articulação do grupo.

O processo segue em tramitação, e a decisão do STJ consolida, no momento, a continuidade das medidas restritivas aplicadas aos principais nomes ligados ao caso.

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