Representação no Conselho de Ética questiona conduta de Camila Jara em plenário
- porRedação
- 17 de Dezembro / 2025
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O Partido Novo oficializou, nesta semana, um pedido de abertura de processo disciplinar contra a deputada federal Camila Jara (PT-MS) perante o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. A sigla sustenta que a parlamentar violou o decoro durante um tumulto ocorrido no dia 9 de dezembro, durante a sessão que discutia o afastamento do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).
Os fatos relatados
A acusação baseia-se em um episódio em que a deputada teria se exaltado contra o secretário-geral da Mesa Diretora, Lucas Ribeiro Almeida Júnior. Segundo a representação do Novo:
Houve alegação de agressão física por meio de empurrões;
O partido aponta comportamento intimidatório contra o servidor público;
A punição sugerida varia de suspensão de seis meses até a perda do mandato.
O posicionamento da parlamentar
Em declarações sobre o ocorrido, Camila Jara defendeu sua postura como uma reação ao que considerou excessos da Polícia Legislativa. Segundo a parlamentar:
Sua intervenção visava proteger o exercício do mandato e a liberdade de imprensa, que estariam sendo cerceados no momento;
Ela admite ter se exaltado, justificando que agiu diante do que classificou como "injustiça";
A deputada afirma manter sua trajetória pautada pelo respeito às instituições e confia que os fatos serão esclarecidos.
O caso agora aguarda análise do Conselho de Ética, que deverá decidir se há elementos suficientes para dar prosseguimento à investigação que pode resultar em sanções disciplinares.






