Representação no Conselho de Ética questiona conduta de Camila Jara em plenário


O Partido Novo oficializou, nesta semana, um pedido de abertura de processo disciplinar contra a deputada federal Camila Jara (PT-MS) perante o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. A sigla sustenta que a parlamentar violou o decoro durante um tumulto ocorrido no dia 9 de dezembro, durante a sessão que discutia o afastamento do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).

Os fatos relatados

A acusação baseia-se em um episódio em que a deputada teria se exaltado contra o secretário-geral da Mesa Diretora, Lucas Ribeiro Almeida Júnior. Segundo a representação do Novo:

Houve alegação de agressão física por meio de empurrões;

O partido aponta comportamento intimidatório contra o servidor público;

A punição sugerida varia de suspensão de seis meses até a perda do mandato.

O posicionamento da parlamentar

Em declarações sobre o ocorrido, Camila Jara defendeu sua postura como uma reação ao que considerou excessos da Polícia Legislativa. Segundo a parlamentar:

Sua intervenção visava proteger o exercício do mandato e a liberdade de imprensa, que estariam sendo cerceados no momento;

Ela admite ter se exaltado, justificando que agiu diante do que classificou como "injustiça";

A deputada afirma manter sua trajetória pautada pelo respeito às instituições e confia que os fatos serão esclarecidos.

O caso agora aguarda análise do Conselho de Ética, que deverá decidir se há elementos suficientes para dar prosseguimento à investigação que pode resultar em sanções disciplinares.

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