Propostas de Delcídeo defende tecnologia integrada e câmeras em fardas policiais

| Créditos: Reprodução/O Jacaré


Medidas de modernização no combate à criminalidade e no aprimoramento da fiscalização ostensiva vêm ganhando destaque nas discussões de segurança pública em Mato Grosso do Sul. Entre as principais alternativas apresentadas estão a implementação de um sistema de "muralha digital" nas regiões de fronteira e a adoção de câmeras corporais nos uniformes da Polícia Militar.

Monitoramento Digital nas Fronteiras

A criação de um cerco eletrônico nas zonas fronteiriças busca intensificar o controle contra práticas ilícitas, como o tráfico de armas e drogas e o contrabando. A proposta prevê a integração de tecnologias de ponta — incluindo ferramentas de inteligência, sensores de monitoramento, drones e recursos do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) — para formar uma barreira de vigilância contínua e em tempo real nas rotas de entrada do Estado.

Câmeras Corporais e Proteção Institucional

Outra pauta em evidência é o uso de equipamentos de gravação acoplados à farda dos policiais militares. O uso de câmeras corporais é defendido como uma ferramenta dupla de proteção:

Para o agente de segurança: Garante respaldo jurídico e transparência ao registrar a conduta correta da tropa diante de acusações improcedentes ou situações extremas.

Para a sociedade: Eleva os padrões de prestação de contas, assegurando a preservação dos direitos civis e coibindo eventuais excessos durante as abordagens.

Integração e Valorização Profissional

As diretrizes também enfatizam a necessidade de unir o emprego de novas tecnologias à valorização dos profissionais da segurança e à cooperação entre órgãos estaduais e federais. A meta defendida é aliar a repressão qualificada ao crime organizado a ações sociais e preventivas, fortalecendo a estrutura policial e proporcionando maior tranquilidade à população sul-mato-grossense.

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