Prazo de desincompatibilização leva 11 governadores a deixarem cargos para o pleito de outubro
- porRedação
- 06 de Abril / 2026
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| Créditos: Imagem: Reprodução/TREPR
Com o encerramento do prazo legal para que ocupantes de cargos executivos se afastem de suas funções para concorrer às eleições de outubro, onze governadores brasileiros oficializaram suas renúncias até o último sábado. A movimentação atende às normas da Justiça Eleitoral, que exige a saída definitiva de quem pretende disputar postos diferentes dos que ocupam atualmente.
Entre os nomes que deixaram o comando estadual, destacam-se figuras que miram a sucessão presidencial ou cadeiras no Legislativo. Ronaldo Caiado (Goiás) já confirmou sua pré-candidatura à Presidência da República, enquanto Romeu Zema (Minas Gerais) encerrou seu segundo mandato consecutivo sinalizando intenções semelhantes, embora ainda não tenha oficializado a disputa.
A lista de governadores que renunciaram inclui gestores de diversas regiões e partidos:
Gladson Cameli (Acre)
Wilson Lima (Amazonas)
Ibaneis Rocha (Distrito Federal)
Renato Casagrande (Espírito Santo)
Ronaldo Caiado (Goiás)
Mauro Mendes (Mato Grosso)
Romeu Zema (Minas Gerais)
Helder Barbalho (Pará)
João Azevêdo (Paraíba)
Cláudio Castro (Rio de Janeiro)
Antonio Denarium (Roraima)
Com as saídas, os respectivos vice-governadores assumem o comando definitivo dos estados. Vale ressaltar que a renúncia é uma exigência burocrática para a candidatura, mas não garante que todos os citados confirmem nomes nas urnas, já que as estratégias partidárias podem sofrer alterações até as convenções. Em contrapartida, outros governadores, como Tarcísio de Freitas (São Paulo) e Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul), permanecem no cargo e devem buscar a reeleição.






