Polícia Penal de MS atua de forma estratégica para conter o crime e garantir a segurança da sociedade
- porRedação
- 10 de Janeiro / 2026
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| Créditos: Reprodução/ AGEPEN
Diariamente, homens e mulheres da corporação atuam para garantir ordem, disciplina e controle da custódia, enfrentando desafios complexos que exigem preparo, rigor operacional e tomada de decisões precisas. Esse trabalho permanente impede o fortalecimento do crime organizado dentro dos presídios e evita que ilícitos ultrapassem os muros, protegendo a sociedade.
Mais do que vigilância, a atuação da Polícia Penal envolve inteligência, planejamento e ações coordenadas, refletindo diretamente nos índices de segurança pública do Estado.
Custódia rigorosa e controle disciplinar
Atualmente, a Polícia Penal é responsável pela custódia de aproximadamente 17.880 pessoas privadas de liberdade, entre homens e mulheres, distribuídas em 35 unidades penais e um Centro de Detenção Provisória em Mato Grosso do Sul.
Além disso, o Estado acompanha mais de 5,5 mil monitorados eletronicamente, por meio de uma Unidade Mista de Monitoramento Virtual Estadual, com apoio de sete polos regionais, garantindo fiscalização permanente e resposta rápida em casos de descumprimento de medidas judiciais.
Dados da Diretoria de Operações da Agepen mostram que, apenas nos nove primeiros meses do ano passado, o trabalho da Polícia Penal resultou em 144 quilos de drogas apreendidas antes de entrarem nas unidades, além de 365 aparelhos celulares interceptados. Também foram retirados de circulação quase 3 mil outros materiais ilícitos, impedidas 11 fugas no regime fechado e frustradas 20 evasões no regime semiaberto.
Os números evidenciam o papel estratégico da corporação no enfrentamento ao crime organizado e na manutenção da ordem dentro das unidades prisionais.
Escoltas, custódias e ações externas
A atuação da Polícia Penal também vai além dos muros dos presídios. Entre janeiro e setembro de 2025, foram realizadas 17.123 escoltas de internos, garantindo o cumprimento de decisões judiciais e a movimentação segura dos custodiados. No mesmo período, ocorreram 4.589 transferências e progressões de regime.
Também foram registradas 1.111 custódias hospitalares, assegurando o acesso dos presos ao atendimento de saúde sob escolta, além de 30 ações de intervenção e contenção para preservar a integridade de servidores e internos. As equipes ainda cumpriram 64 mandados de prisão e regressões de monitorados.
No campo da monitoração eletrônica, o trabalho incluiu 501 fiscalizações de monitorados e a recuperação de 164 tornozeleiras eletrônicas, reforçando o controle do sistema e a segurança da população.






