Orçamento de Campo Grande para 2026 cresce 1,49% e prevê obras em saúde, educação e lazer

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A proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) de Campo Grande para 2026 prevê crescimento de 1,49% em relação ao orçamento deste ano, passando de R$ 6,871 bilhões para R$ 6,974 bilhões. O aumento é menor do que o registrado entre 2024 e 2025, que foi de 6,9%.

A prefeita Adriane Lopes (PP) afirmou que a projeção segue diretrizes do Plano de Equilíbrio Fiscal e considera os impactos da reforma tributária. “Estamos diminuindo os gastos da máquina pública para investir na cidade, com cautela e pé no chão diante das mudanças que podem afetar a arrecadação”, destacou.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Papy (PSDB), defendeu a proposta. Para ele, a postura conservadora é adequada diante do cenário econômico nacional. “Frente às incertezas da reforma tributária, a prudência é necessária. Havendo melhora na arrecadação em 2026, os investimentos podem ser ampliados”, afirmou.

Segundo a prefeitura, as despesas com pessoal correspondem atualmente a 52,99% da Receita Corrente Líquida, abaixo do limite legal de 54% fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal, mas ainda acima do limite prudencial de 51,3%.

Entre as obras e projetos previstos no orçamento estão a reforma do Centro Municipal de Belas Artes, a conclusão de 10 escolas de educação infantil, a implantação de um Complexo Hospitalar Municipal, a construção do Parque Turístico Cachoeiras do Céuzinho, a criação de um sambódromo na Praça do Papa, além de novas moradias, escolas e revitalização de áreas de lazer.

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