Operação sobre contratos de tapa-buraco leva presos à audiência de custódia em Campo Grande

| Créditos: Foto: Divulgação/MPMS


Os sete investigados presos na Operação “Buraco Sem Fim”, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul para apurar supostas fraudes em contratos de tapa-buraco em Campo Grande, passaram por audiência de custódia nesta terça-feira (12).


Entre os alvos estão o ex-secretário municipal de Obras e então diretor-presidente da Agesul, Rudi Fiorese, além de servidores da Sisep, engenheiros e empresários ligados à execução dos serviços investigados. A operação cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão.


Segundo as investigações, o grupo é suspeito de manipular medições de obras e realizar pagamentos por serviços que não teriam sido executados integralmente. O levantamento aponta que contratos e aditivos firmados entre 2018 e 2025 ultrapassaram R$ 113 milhões.


Durante as buscas, equipes apreenderam cerca de R$ 429 mil em dinheiro vivo em imóveis ligados aos investigados. Parte do valor, aproximadamente R$ 186 mil, foi encontrada na residência de Rudi Fiorese.

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