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A história de Mato Grosso do Sul é escrita por muitas mãos, mas poucas trajetórias foram tão marcadas pela discrição e pela eficácia quanto a de Beth Puccinelli. No último domingo, 3 de maio, o calendário assinalou mais um ciclo de vida desta mulher que, com elegância e senso de dever, transformou o papel de primeira-dama em um verdadeiro sacerdócio de serviço ao próximo.
Falar de Beth é recordar um período em que a gestão pública caminhava lado a lado com um olhar humanizado. Durante os mandatos de André Puccinelli, seja na prefeitura de Campo Grande ou no Governo do Estado, ela nunca buscou os holofotes para si. Pelo contrário, seu brilho sempre foi o reflexo das ações que liderou nos bastidores, especialmente à frente de projetos sociais que visavam dar dignidade às famílias sul-mato-grossenses.
Sua atuação foi o equilíbrio exato entre a força administrativa e a sensibilidade social. Enquanto as grandes obras transformavam a infraestrutura do estado, Beth dedicava-se a construir redes de apoio, fortalecendo o voluntariado e mantendo as portas abertas para as demandas daqueles que mais precisavam. Ela personificou a figura da conselheira serena, sendo o esteio necessário nos momentos de grandes decisões e a presença acolhedora nos eventos oficiais.
Mesmo após o encerramento dos ciclos de gestão, o respeito que a população nutre por ela permanece intacto. Beth Puccinelli não é lembrada apenas pelo título que ocupou, mas pela forma como o honrou: sem ostentação, com um sorriso franco e uma educação que se tornou sua marca registrada.
Parabenizá-la pelo aniversário é, antes de tudo, um ato de justiça histórica. Que este novo ano de vida lhe traga a mesma serenidade que ela sempre transmitiu ao nosso estado. Mato Grosso do Sul reconhece e agradece a dedicação de uma mulher que soube, como poucas, elevar a função pública através da generosidade.
Parabéns, Dona Beth!
Por Alcina Reis






